Isaac Brock, líder do Modest Mouse, respondendo aos pedidos de Free Bird no álbum ao vivo Baron Von Bullshit Rides Again, logo depois da música Paper Thin Walls (pedido tipo “Toca Raul!”, Free Bird é um colosso do rock criado pela banda Lynyrd Skynyrd com dez minutos de duração e contém virtuosismos guitarrísticos intermináveis). Sensacional.

I know I’ve said this before; the odds of us actually playing Free Bird are…there ARE no odds. It is not going to happen. I’ll start with the first reason: we have NO idea how to play Free Bird. The second reason is: in the lovebug’s natural habitat, hearing that would just fucking kill them, wouldn’t it? You wouldn’t want that, right? He’s adorable. He is cute. Thirdly: Even if some, like, pick your deity, whoever, came down from the heavens or the hills or wherever your deity lives, and just blessed us with this vast knowledge of Free Bird and things, and we could play it backwards, sing backwards, we could do all that crazy shit, we still just wouldn’t do it. If this were the Make a Wish foundation and you were gonna die in 20 minutes, just long enough to play Free Bird, we still wouldn’t play it. And here’s the end reason, the end reason is that life is just too fucking short to play or hear Free Bird.
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Confesso que não esperava muito, nem do vídeo a seguir nem do jogo que ele se propõe a ensinar: Guitar Hero: On Tour, a versão DS do jogo sobre o qual já muito falei por aqui. Ceticismo à parte, dei uma chance ao portátil. Acoplado com um dispositivo contendo quatro botões coloridos (sim, o X no Dualshock2 ou o botão laranja da guitarra-controle foi extirpado), o DS impressionantemente permite que sua mão esquerda os pressione de forma bastante parecida com a do controle original dos consoles. A mão direita segura uma palheta (!) que deve ser usada para, literalmente, palhetar a guitarra projetada numa das telas, enqüanto a outra tela exibe a clássica formação de plataforma contendo o campo-minado colorido no qual fazemos questão de pisar.

Eu juro que ao ver o vídeo tudo fica mais claro. (E empolgante também).

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

Em tempo: Chamaram o Scott Weiland pra fazer a coisa?


Nova música, novo clipe do Nine Inch Nails disponível em nin.com. Basta ir até lá e procurar pelo post de 25 de abril (caso não esteja mais na home).

Se fosse definir a música usando cores, diria que ela é absurdamente cinza, azul-escuro e preta. Pegajosa e chuvosa, me cativou desde a primeira audição.

Alguns dias depois fui ver o clipe, nitidamente uma prova de que a banda não concorda com a minha definição meteorológica, muito menos com a definição por cores. E, como se não bastasse, colocou os integrantes na pele das pessoas da vila de 25 anos atrás, quando o moralismo era pago pelos dólares do seu imposto.

Não entendeu nada? Assista ao clipe. E cuidado com a falência.

(caso esteja com preguiça de procurar no site, o link direto para a página de download da música (que será baixada através de um link enviado ao seu email) é discipline.nin.com e o clipe você vê abaixo) 🙂

Edit: O video foi feito por um site chamado The Meathead Perspective, que desde 1999 acompanha o NIN de uma forma, digamos, pouco séria. Trent Reznor várias vezes indicou o site e, dessa vez, não foi diferente. O título do post ataca novamente.


Sensacionalmente, os criadores de South Park disponibilizaram todos os episódios em streaming de ótima qualidade, fácil acesso e de forma legal. Nada mais de assistir a episódios fragmentados e gravados de TVs.

Basta acessar South Park Studios, Full Episodes e escolher a temporada e o episódio, que é caracterizado por uma foto, nome e descrição antes do clique exibicional derradeiro.

Acabei de me intoxicar com Major Boobage (12×03), o último disponível, e Make Love, Not Warcraft (10×08).

Antes de entrar no site, não se esqueça:

E habilite o JavaScript

Won’t you take a ride on Heavy Metal, Kenny?

Fonte:
Delfos


A NME lançou, junto com sua edição de 24 de fevereiro, um álbum de covers: Kate Nash cobrindo Cribs, que cantam Kaiser Chiefs que fazem Klaxons… OK. A coisa não continua de forma tão linear, mas só essa seqüência já deixou com vontade. No meio de tudo tem até Young Folks, do K… opa! Peter, Bjorn and John!
Segue a tracklist (com o dono da original):

  • Manic Street Preachers – Umbrella (Rihanna)
  • The Futureheads – A Picture Of Dorian Gray (Television Personalities)
  • Lightspeed Champion – Back To Black (Amy Winehouse)
  • CSS – Knife (Grizzly Bear)
  • The Cribs – Modern Way (Kaiser Chiefs)
  • Kaiser Chiefs – Golden Skans (Klaxons)
  • The Kooks – Young Folks (Peter Bjorn and John)
  • Does It Offend You, Yeah? – Whip It (Devo)
  • Kate Nash – Men’s Needs (The Cribs)
  • My Chemical Romance – Song 2 (Blur)
  • Get Cape. Wear Cape. Fly – D.A.N.C.E. (Justice)
  • The Wombats – Bleeding Love (Leona Lewis)
  • Bloc Party – Say It Right (Nelly Furtado)
  • The Ting Tings – Anyway I Can (Sei lá!)

Pra quem se chocou com a música que abre o disco, um vídeo pra ouvir a música e apreciar guarda-chuvas estáticos, diretamente da NME:

http://www.nme.com/video/id/3G-wZ5uY0_o/search/preachers

E, segundo o albumvote.co.uk, você pode pegar o guarda-chuva no iTunes desde ontem.

Em tempo: Só eu começo a ouvir Klaxons – Two Receivers e fico todo animado pensando que é a She’s Hearing Voices do Bloc Party?


Para aqueles que não podem ouvir ou que acham que tudo não passou de um delírio divino mal-acabado, a explicação:

A banda é Beatnix.

O cover é algo como Beatles – She Loves You.

A letra vem de Led Zeppelin – Stairway To Heaven.

Não é por nada, mas devia ter versão pro Rock Band.


É bem o que o título diz: Steve Hewitt dava ao Placebo exatamente o que lhe faltava e passará a faltar a partir de agora. Algo que você vê (ou não) impresso no encarte, sente na música e não entende o porquê, mas sabe que está lá ao levantar da primeira baqueta. Bandas (ou fãs) [ou gravadoras] {ou quem você quiser} costumam ostentar alguns de seus integrantes enqüanto outros ficam ocultos por sombras, cortinas ou seus próprios instrumentos. Invariavelmente, porém, o inconsciente coletivo sabe que, não fosse pelo conjunto harmônico entre todos, inclusive os fãs, o conceito de bandas como o conhecemos teria sido mais uma invenção do século XX.

Hewitt e sua saída (teoricamente) amigável do Placebo causaram mais que surpresa em quem se acostumou a procurar primeiro pelo baterista no início de cada show assistido. A notícia tavez tenha sido antecipada em pensamentos pessoais contrários à “política” de shows do Placebo, como raramente creditar e valorizar os músicos adicionais que acompanham a banda em turnê. Mais: a ausência de QUALQUER menção ao nome de Hewitt no disco que comemora os dez anos do primeiro álbum, mesmo que pareça correta em função da presença de outro baterista à época, desvaloriza o conjunto existente hoje. Tenho certeza de que não fui o único a procurar em vão por Steve, mesmo nas letras menores dos créditos de um álbum lançado por um Placebo atual.

De qualquer forma, a cisão é divulgada como devida a divergências musicais e pessoais, o que não exclui alguns dos motivos citados aqui e abre a possibilidade para inúmeros outros. Por conta disso, ao invés de saudosismo de uma época que ainda não acabou (basta visitar http://www.placeboworld.co.uk), prefiro aguardar notícias sobre futuros projetos de Hewitt, caso não tenha decidido abandonar a música.

Brian Molko e Stefan Olsdal agora podem dividir os holofotes sem qualquer peso na consciência: o casamento a três acabou.

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Notícia completa no Omelete.